Rostinho enganoso
Uma empresa de combustíveis paga influenciadores para promover sua “transição energética”, sem mudar nada na sua produção fóssil.
Uma marca de roupas convida ativistas climáticos para campanhas, mas mantém fábricas que exploram trabalhadores e poluem o meio ambiente.
Um banco divulga linhas de crédito “sustentáveis” com artistas reconhecidos por engajamento ambiental, mesmo quando esses produtos financiam atividades de alto impacto socioambiental.
Quando marcas usam pessoas ou instituições conhecidas para parecer sustentáveis, mesmo que suas práticas reais não tenham nada de verde. Celebridades, influenciadores ou entidades emprestam prestígio e confiança, mas a sustentabilidade continua só na aparência.
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